Cachoeiras em Minas Gerais: 20 Destinos Incríveis para Conhecer

Cachoeira de grande porte em Minas Gerais cercada por formações rochosas e vegetação natural

Minas Gerais carrega o título não oficial de capital brasileira das cachoeiras. Com um território cortado por serras, chapadas e rios de águas cristalinas, o estado abriga milhares de quedas d’água catalogadas, desde pequenos saltos escondidos em propriedades rurais até gigantes que figuram entre as maiores do país. Para quem aprecia natureza, banhos revigorantes e trilhas em meio à mata, Minas é um destino obrigatório.

A diversidade geológica do estado resulta em cachoeiras de todos os tipos: quedas verticais que despencam de paredões de quartzito, cascatas que escorrem suavemente por formações de granito, poços de águas esverdeadas em meio ao cerrado e cortinas d’água em vales de Mata Atlântica. Neste guia, selecionamos 20 cachoeiras distribuídas por diferentes regiões mineiras, oferecendo um panorama completo para você planejar suas próximas aventuras. Para descobrir destinos em outros estados, visite nosso guia completo sobre cachoeiras no Brasil.

Região da Serra do Cipó

A Serra do Cipó é o destino de cachoeiras mais popular de Minas Gerais, localizada a cerca de 100 km de Belo Horizonte. A região combina cerrado de altitude com campos rupestres, criando paisagens únicas pontilhadas por dezenas de quedas d’água.

1. Cachoeira Véu da Noiva

Com aproximadamente 70 metros de queda livre, a Véu da Noiva é o cartão-postal da Serra do Cipó. A água desce em fios delicados que lembram o véu de uma noiva, especialmente quando o volume está moderado. O poço na base é raso, mas suficiente para um mergulho refrescante.

  • Localização: Santana do Riacho
  • Trilha: fácil, cerca de 1 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 30
  • Melhor época: novembro a março

A propriedade oferece estrutura completa com estacionamento, banheiros e lanchonete. Nos fins de semana de verão, chegue antes das 9h para evitar filas e garantir um lugar tranquilo junto ao poço.

2. Cachoeira Grande

O nome não é exagero: a Cachoeira Grande se estende por uma largura impressionante, formando um verdadeiro paredão de água durante o período chuvoso. O poço é amplo e de fácil acesso, tornando-a uma das opções mais democráticas da região.

  • Localização: Jaboticatubas
  • Trilha: muito fácil, cerca de 300 metros
  • Entrada: aproximadamente R$ 25
  • Melhor época: o ano todo

Ideal para famílias com crianças e pessoas com mobilidade reduzida. A estrutura inclui restaurante, área de descanso com sombra e banheiros. É possível passar o dia inteiro no local com conforto.

3. Cachoeira da Farofa

Localizada dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó, a Cachoeira da Farofa oferece uma experiência mais selvagem. A queda de 80 metros deságua em um cânion estreito de beleza cênica extraordinária. O acesso exige disposição, mas a recompensa é um dos cenários mais impressionantes do estado.

  • Localização: Parque Nacional da Serra do Cipó
  • Trilha: difícil, cerca de 12 km (ida e volta)
  • Entrada: aproximadamente R$ 33 (ingresso do parque)
  • Melhor época: abril a outubro

Comece a trilha bem cedo e leve água em abundância. O percurso atravessa campos rupestres com pouca sombra, e o sol pode ser intenso. O banho no poço da Farofa é revigorante após a caminhada.

4. Cachoeira do Gavião

Menos conhecida que suas vizinhas famosas, a Cachoeira do Gavião oferece uma experiência mais intimista. A queda de aproximadamente 15 metros forma um poço de águas escuras cercado por vegetação densa. É uma boa opção para quem busca tranquilidade longe das multidões.

  • Localização: Santana do Riacho
  • Trilha: moderada, cerca de 2 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 20
  • Melhor época: novembro a abril

A trilha passa por propriedade particular e tem trechos que exigem atenção. O visual compensa: o poço é cercado por paredes rochosas cobertas de musgos e bromélias.

Região de Conceição do Mato Dentro

Conceição do Mato Dentro é considerada a capital mineira das cachoeiras, abrigando algumas das quedas mais altas e impressionantes do país. A cidade fica a cerca de 170 km de Belo Horizonte e merece pelo menos dois dias de visita.

5. Cachoeira do Tabuleiro

A estrela maior de Minas Gerais. Com 273 metros de queda livre, o Tabuleiro é a terceira cachoeira mais alta do Brasil e uma das mais impressionantes da América do Sul. A água despenca de um paredão de quartzito rosado, criando um espetáculo visual que parece pertencer a outro planeta.

  • Localização: Conceição do Mato Dentro
  • Trilha: moderada a difícil, cerca de 4 km (ida e volta)
  • Entrada: aproximadamente R$ 40 + guia obrigatório
  • Melhor época: dezembro a abril

A contratação de guia é obrigatória e pode ser feita na portaria do parque. O mirante principal oferece vista privilegiada da queda completa. Quem desejar descer até a base deve estar preparado para uma caminhada íngreme e desafiadora.

6. Cachoeira Rabo de Cavalo

Com aproximadamente 50 metros de altura, a Rabo de Cavalo recebe esse nome pela forma como a água se espalha ao cair, lembrando a cauda esvoaçante de um cavalo. O cenário é especialmente bonito no final da tarde, quando a luz dourada ilumina a névoa formada pela queda.

  • Localização: Conceição do Mato Dentro
  • Trilha: moderada, cerca de 3 km (ida e volta)
  • Entrada: aproximadamente R$ 35
  • Melhor época: dezembro a abril

A trilha é bem demarcada e passa por paisagens variadas, incluindo trechos de cerrado e mata ciliar. É possível combinar a visita com o Tabuleiro em um roteiro de dia inteiro.

7. Cachoeira do Tombador

Menos visitada que suas vizinhas famosas, a Cachoeira do Tombador oferece uma queda de aproximadamente 60 metros em um anfiteatro natural de pedras. O poço é amplo e as águas são cristalinas, perfeitas para um banho prolongado.

  • Localização: Conceição do Mato Dentro
  • Trilha: moderada, cerca de 2,5 km (ida e volta)
  • Entrada: aproximadamente R$ 30
  • Melhor época: novembro a março

Uma boa opção para quem já conheceu o Tabuleiro e a Rabo de Cavalo e busca explorar mais a região. A menor popularidade significa menos gente e mais tranquilidade.

Região de Carrancas

Carrancas é um pequeno município no sul de Minas que concentra uma quantidade impressionante de cachoeiras em um raio de poucos quilômetros. A cidade fica a cerca de 300 km de Belo Horizonte e 280 km de São Paulo, sendo acessível a partir de ambas as capitais.

8. Cachoeira da Fumaça

Não confundir com a homônima da Chapada Diamantina. A Cachoeira da Fumaça de Carrancas tem aproximadamente 20 metros de altura e recebe esse nome pela névoa constante que se forma na base. O poço é um dos mais bonitos da região, com águas cristalinas e fundo de pedras claras.

  • Localização: Carrancas
  • Trilha: fácil, cerca de 1 km
  • Entrada: incluída no complexo (aproximadamente R$ 50)
  • Melhor época: o ano todo

A Cachoeira da Fumaça faz parte de um complexo que inclui outras quedas d’água. O ingresso único dá acesso a várias cachoeiras, tornando o custo-benefício excelente para quem quer explorar a região.

9. Cachoeira da Zilda

Uma das mais fotogênicas de Carrancas, a Cachoeira da Zilda forma uma cortina d’água perfeita que despenca em um poço cercado por vegetação exuberante. A queda tem aproximadamente 15 metros e o volume é consistente durante a maior parte do ano.

  • Localização: Carrancas
  • Trilha: fácil, cerca de 800 metros
  • Entrada: aproximadamente R$ 40
  • Melhor época: o ano todo

O acesso é simples e adequado para famílias. A propriedade oferece estrutura básica com estacionamento e banheiros. Leve seu próprio lanche, pois não há restaurante no local.

10. Cachoeira do Moinho

A Cachoeira do Moinho preserva as ruínas de um antigo moinho d’água junto à queda, criando um cenário que mistura natureza e história. A cachoeira tem aproximadamente 10 metros de altura e forma um poço amplo de águas calmas.

  • Localização: Carrancas
  • Trilha: muito fácil, cerca de 500 metros
  • Entrada: aproximadamente R$ 35
  • Melhor época: o ano todo

As ruínas do moinho rendem fotos interessantes e contam um pouco da história rural da região. É uma das cachoeiras mais acessíveis de Carrancas, ideal para começar o dia antes de partir para trilhas mais longas.

Região de Aiuruoca e Arredores

O sul de Minas guarda paisagens serranas de tirar o fôlego, incluindo o Pico do Papagaio e o Parque Estadual da Serra do Papagaio. A região é mais distante de BH (cerca de 350 km), mas compensa com cachoeiras espetaculares e menor fluxo de turistas.

11. Cachoeira do Fundo

Escondida em um vale cercado por montanhas, a Cachoeira do Fundo impressiona pela altura de aproximadamente 80 metros e pelo cenário dramático. A água despenca em queda livre antes de tocar as rochas, criando uma cortina de névoa visível de longe.

  • Localização: Aiuruoca
  • Trilha: difícil, cerca de 5 km (ida e volta)
  • Entrada: aproximadamente R$ 30
  • Melhor época: dezembro a abril

A trilha exige preparo físico e passa por trechos íngremes. O esforço é recompensado por um dos cenários mais selvagens de Minas Gerais. Leve bastante água e comece cedo.

12. Cachoeira dos Garcias

Uma das mais altas da região, a Cachoeira dos Garcias tem aproximadamente 120 metros divididos em várias quedas consecutivas. O visual é especialmente impressionante após períodos de chuva, quando o volume de água aumenta significativamente.

  • Localização: Aiuruoca
  • Trilha: moderada, cerca de 3 km (ida e volta)
  • Entrada: aproximadamente R$ 25
  • Melhor época: novembro a março

É possível visualizar a cachoeira de diferentes mirantes ao longo da trilha. O poço na base é pequeno, mas adequado para um banho rápido. A temperatura da água é gelada mesmo no verão devido à altitude.

Região de Capitólio e Lago de Furnas

Capitólio ganhou fama nacional pelos cânions do Lago de Furnas, mas a região também abriga cachoeiras notáveis. A cidade fica a cerca de 280 km de Belo Horizonte e atrai visitantes o ano todo.

13. Cachoeira Cascatinha

Localizada no complexo dos cânions, a Cascatinha é uma queda de aproximadamente 25 metros que despenca diretamente no Lago de Furnas. O acesso é feito de barco, o que torna a experiência ainda mais especial: você navega pelos cânions e desembarca na base da cachoeira para um banho inesquecível.

  • Localização: Capitólio
  • Acesso: passeio de lancha (aproximadamente R$ 150 por pessoa)
  • Trilha: não há trilha, acesso apenas por água
  • Melhor época: abril a setembro

O passeio de lancha pelos cânions inclui paradas em várias cachoeiras e praias. A Cascatinha é uma das favoritas por permitir banho direto na queda. Reserve o passeio com antecedência, especialmente em feriados.

14. Cachoeira Diquadinha

Fora do circuito de barcos, a Cachoeira Diquadinha oferece uma experiência mais tranquila para quem prefere explorar por terra. A queda tem aproximadamente 15 metros e forma um poço amplo cercado por vegetação de cerrado.

  • Localização: Capitólio
  • Trilha: fácil, cerca de 1 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 40
  • Melhor época: o ano todo

A propriedade oferece estrutura completa com restaurante, área de camping e piscina natural. É uma boa opção para quem quer passar o dia inteiro em um único local com várias atividades.

Região de Diamantina e Serro

O norte de Minas guarda paisagens de cerrado e campos rupestres que abrigam cachoeiras de características únicas. A região é mais distante de BH (cerca de 300 km), mas oferece experiências autênticas longe do turismo de massa.

15. Cachoeira do Sentinela

A Cachoeira do Sentinela impressiona pela formação rochosa que lembra um soldado guardando a queda d’água. Com aproximadamente 30 metros de altura, ela forma um poço de águas escuras típico da região, cercado por vegetação de cerrado.

  • Localização: Serro
  • Trilha: moderada, cerca de 2 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 25
  • Melhor época: novembro a abril

A região do Serro permite combinar a visita às cachoeiras com um passeio pelo centro histórico da cidade, que preserva igrejas e casarões do período colonial. O queijo do Serro, patrimônio cultural brasileiro, é parada obrigatória.

16. Cachoeira dos Cristais

Próxima a Diamantina, a Cachoeira dos Cristais recebe esse nome pelos cristais de quartzo encontrados na região. A queda tem aproximadamente 20 metros e o poço é relativamente raso, mas perfeito para um banho refrescante sob o sol do cerrado.

  • Localização: Diamantina
  • Trilha: fácil, cerca de 1,5 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 20
  • Melhor época: dezembro a março

Diamantina é Patrimônio Mundial da UNESCO e oferece muito além das cachoeiras: arquitetura colonial preservada, história rica e uma atmosfera cultural única. Vale planejar um fim de semana inteiro na região.

Região de Ouro Preto e Mariana

As cidades históricas de Ouro Preto e Mariana são conhecidas pelo patrimônio barroco, mas seus arredores também escondem cachoeiras surpreendentes. A região fica a cerca de 100 km de Belo Horizonte.

17. Cachoeira das Andorinhas

Localizada entre Ouro Preto e Mariana, a Cachoeira das Andorinhas forma um anfiteatro natural onde as andorinhas costumam nidificar. A queda tem aproximadamente 25 metros e o poço é amplo o suficiente para banho confortável.

  • Localização: Mariana
  • Trilha: moderada, cerca de 2,5 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 25
  • Melhor época: novembro a abril

A trilha passa por trechos de Mata Atlântica preservada e oferece vistas panorâmicas da região. É possível combinar a visita com um passeio pelas cidades históricas, aproveitando cultura e natureza no mesmo dia.

18. Cachoeira do Falcão

Uma joia escondida nos arredores de Ouro Preto, a Cachoeira do Falcão impressiona pela beleza cênica e pelo acesso relativamente fácil. A queda tem aproximadamente 35 metros e forma um poço de águas cristalinas em meio a formações rochosas.

  • Localização: Ouro Preto
  • Trilha: fácil a moderada, cerca de 1,5 km
  • Entrada: gratuita
  • Melhor época: outubro a março

Por ser menos conhecida e gratuita, a Cachoeira do Falcão oferece uma experiência mais tranquila. A desvantagem é a falta de estrutura: não há banheiros nem estacionamento formal nas proximidades.

Região da Canastra

A Serra da Canastra, no sudoeste de Minas, é famosa pela nascente do Rio São Francisco e pelo queijo que leva seu nome. Mas a região também abriga cachoeiras impressionantes em meio a paisagens de cerrado de altitude.

19. Cachoeira Casca D’Anta

A primeira grande queda do Rio São Francisco é também uma das mais impressionantes de Minas Gerais. Com aproximadamente 186 metros de altura (divididos em duas quedas principais), a Casca D’Anta oferece um espetáculo de força e beleza que justifica a viagem até a região.

  • Localização: Parque Nacional da Serra da Canastra
  • Trilha: moderada a difícil, cerca de 6 km (ida e volta) para a parte baixa
  • Entrada: gratuita
  • Melhor época: novembro a março

Há dois acessos: a parte alta oferece um mirante com vista panorâmica da queda; a parte baixa permite banho no poço, mas exige uma trilha mais longa. Se possível, visite ambos para experiências complementares.

20. Cachoeira do Cerradão

Também na Serra da Canastra, a Cachoeira do Cerradão é uma opção menos conhecida que oferece tranquilidade e contato íntimo com o cerrado. A queda tem aproximadamente 40 metros e o poço é cercado por vegetação típica do bioma.

  • Localização: Delfinópolis
  • Trilha: moderada, cerca de 3 km
  • Entrada: aproximadamente R$ 30
  • Melhor época: dezembro a abril

A região de Delfinópolis concentra dezenas de cachoeiras em propriedades particulares. Vale planejar uma visita de dois ou três dias para explorar com calma as diversas opções disponíveis.

Dicas Práticas para Explorar as Cachoeiras de Minas Gerais

Com tantas opções espalhadas por um território extenso, planejar bem a viagem faz toda a diferença. Reunimos orientações essenciais para você aproveitar ao máximo.

Planeje por região

Em vez de tentar visitar cachoeiras distantes entre si no mesmo dia, concentre-se em uma região por viagem. A Serra do Cipó, por exemplo, permite conhecer várias cachoeiras em um fim de semana. Conceição do Mato Dentro merece pelo menos dois dias. Carrancas pode ser explorada em três dias intensos.

Atenção às estradas

Muitas cachoeiras em Minas são acessadas por estradas de terra que podem se tornar intransitáveis após chuvas fortes. Antes de sair, verifique as condições das vias e considere alugar um veículo com maior altura do solo se planeja explorar regiões mais remotas.

Contrate guias locais

Algumas cachoeiras exigem guia obrigatório, como o Tabuleiro. Mesmo onde não é obrigatório, contratar um guia local pode enriquecer a experiência com informações sobre a história, a fauna e a flora da região. Além disso, você contribui com a economia das comunidades locais.

O que levar

  • Calçado de trilha com solado aderente
  • Roupas leves e muda seca
  • Protetor solar e chapéu
  • Repelente de insetos
  • Água em abundância (mínimo 2 litros)
  • Lanches energéticos
  • Saco de lixo
  • Dinheiro em espécie
  • Documento de identificação

Respeite o meio ambiente

As cachoeiras de Minas Gerais estão em áreas de preservação ambiental que dependem da consciência de cada visitante. Não deixe lixo, não retire plantas ou pedras, não faça fogueiras em locais não autorizados e mantenha o volume de conversas em níveis que não perturbem a fauna.

Comece sua Jornada pelas Águas de Minas

Minas Gerais oferece uma diversidade de cachoeiras que poucos estados brasileiros conseguem igualar. Das quedas gigantes de Conceição do Mato Dentro às cascatas acolhedoras de Carrancas, passando pelos cenários dramáticos da Serra da Canastra, há opções para todos os gostos e todos os níveis de experiência.

Se você está começando, priorize as cachoeiras mais acessíveis da Serra do Cipó e de Carrancas. Conforme for ganhando experiência, avance para destinos mais remotos e trilhas mais desafiadoras. A Cachoeira do Tabuleiro, com seus 273 metros de queda, é um objetivo que todo amante de cachoeiras deveria ter na lista.

Para quem busca opções mais próximas da capital mineira, preparamos um guia específico com cachoeiras perto de Belo Horizonte. E se você quer expandir seus horizontes para outros estados, continue explorando nosso guia completo de cachoeiras no Brasil.

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